Circuito Tusp de Teatro




XVI Circuito TUSP de Teatro 

de 21 a 23 de Junho de 2017


O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da USP e em parcerias com diversos espaços no interior do estado. Nesta edição, o evento se realiza nas cidades de Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos, apresentando três espetáculos, com entrada franca. É uma realização do TUSP- Teatro da USP,  órgão da Pró- Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e conta nessa  edição com as parcerias da Casa das Artes e Memorial da Classe Operária- UGT.  Os ingressos gratuitos serão  distribuídos nos locais à partir das 19:00.
Vejam a programação!!
 21/06  às 20:00   Só…Entre Nós 
 Só…entre Nós - Uma história sobre a solidão urbana, o tempo e o amor, envolvendo um triângulo amoroso entre um professor de música, sua mulher e seu aluno.  O texto inspira-se na obra “Estranhos Estrangeiros”, último romance de Caio Fernando Abreu, para criar personagens mergulhados no isolamento e na solidão urbana tão comum nas grandes cidade. Mais que tentar desvendar o amor, o espetáculo conduz a uma percepção poética do amar: no jogo da aceitação poética do outro, oferece-se a cumplicidade de descobrir o amor como soma de lados iguais.Direção Joca Andreazza Texto Franz Keppler. Elenco Marcia Nemer-Jentzsch, Vitor Placca e Tiago Martelli Iluminação André Lemes Preparação corporal Ricardo Galli Fotografias Michel Igielka
Local: Casa das ArtesR. Espírito Santo, 110 – Sumarezinho, Ribeirão Preto45 min. | 12 anos 

22.06  às 20:00  Ininterrupto Beckett:  Solo + Ato Sem Palavras I
Seu nascimento foi a sua morte. Novamente. Solo + Ato Sem Palavras I de Samuel Beckett. Só palavras + só movimento. Não há tempo para o pensamento. A morte sussurra no ouvido de cada um. Estar vivo é reafirmar a existência da iminência da morte. Em um quarto fechado no meio de um deserto. “Ele ia dizer. Ele ia dizer entes queridos. De funeral em funeral”. É rígido perturbador vulcânico. Olhar para as durezas do sentimento humano, da inocência atravessada, do desejo, da pulsão, do único exercício de liberdade: refletir. “Um assobio do lado direito. Ele reflete, sai pelo lado direito.”Atuação Vitor Amato Direção Otto BlodornCenografia Douglas Vendramini ContrarregragemMarina Meyer Iluminação Nara Zocher
Local: Memorial da Classe Operária -UGTR. José Bonifácio, 59 – Centro, Ribeirão Preto | 50 min. | 14 anos | 50 min. | 14 anos

23/06 as 20:00 - A Noite pouco antes das Florestas, de Bernard-Marie Koltès 
Numa noite chuvosa, um homem corre, perseguindo um desconhecido que vira a esquina. Buscava alguém a quem pudesse chamar companheiro e confessar sua espantosa solidão, sua existência de fuga num mundo que não o quer, que faz dele um doente querendo beber. Um mundo povoado por uma multidão de outros, caçadores e presas, o que lhe provoca uma vontade louca de sair dando porradas e de lançar palavras como fogos de artifício para iluminar a noite. A Noite pouco antes das Florestas, manifesto poético de uma descida aos infernos, é uma espécie de soco no estômago, mas também um grito de amor que se perde na noite chuvosa, noite dos tempos de exclusão, de indiferença, racismo, ódio e extremismos.Atuação Agmar Beirigo, Augusto Caliman e Nemuel Silva Iluminação Cláudia Bem Concepção e Direção Musical Gabriela Toloi Cenografia  Coletiva Operação de luz e som Andressa Mello e Eduardo Yoshimura
Local: Memorial da Classe Operária -UGTR. José Bonifácio, 59 – Centro, Ribeirão Preto | 50 min. 16 anos | 60 min. | 14 anos















VEJA ABAIXO EDIÇÕES  ANTERIORES DO CIRCUITO...









  XV Circuito TUSP de Teatro



Nos  dias  27, 28 e 29 de setembro de 2016, o Teatro da Universidade De São Paulo apresenta em Ribeirão Preto mais uma edição do Circuito TUSP de Teatro, trazendo o espetáculo Cantata para um Bastidor de Utopias,  Com a  Cia do Tijolo. 

O espetáculo Cantata para um Bastidor de Utopias

O espetáculo traça a simbólica história de uma mulher que borda há quase 200 anos um manto nos bastidores de um velho teatro, enquanto um grupo de atores reunidos no palco discute sobre as possíveis razões que a fazem persistir em sua tarefa. A montagem toma como ponto de partida a vida de Mariana de Pineda Muñoz – originalmente adaptada para os palcos em 1925, por Federico Garcia Lorca –, uma heroína espanhola que se tornou símbolo da luta por direitos após ser executada em 1831 sob a acusação de ter bordado uma bandeira para os liberais.
O profundo trabalho realizado pelo grupo resultou em um espetáculo que obteve ampla aceitação pela critica especializada e público, sendo premiado em 2014 com o prêmio Shell - importante painel da relevante produção artística estadual - nas categorias de melhor cenário e melhor criação musical.


Sobre a Oficina - o Ator Rapsodo – Cia do Tijolo.
A oficina pretende proporcionar uma vivência criativa a partir do diálogo entre temas do cotidiano dos participantes e materiais provenientes do repertório cultural brasileiro. Depoimentos pessoais se amalgamam a contos, canções, poemas.Vivências pessoais são recriadas a partir de estímulos estéticos. Como pode um artista falar de si a partir de obras de outros autores e, por outro lado, fazer com que essas obras se reinventem a partir de suas vivências e experiências? Essa é a pergunta que pretendemos viver e reviver durante nossos encontros.

Duração - 4 horas
Publico alvo - Alunos de teatro e música acima de 16 anos.
28/09 das 10:00 as 14:00  no Memorial da Classe Operária- UGT.
Seleção, carta de interesse enviada ao email tuspribeirao@gmail.com até dia 26/09














Entre o docudrama e o documentário cênico, em TERRENOS: Documentário Cênico sobre “A Mor te na Vida da Grande Cidade”, a Cia. Teatro Documentário parte do relato de uma senhora de 98 anos, Francisca, sobre as mortes que a acompanharam na decisão por sair do interior e vir para a capital, demonstra as possibilidades de denúncia nos palco por meio do discurso cênico a partir da comprovação documental.
Ficha técnicaDireção Marcelo Soler 
Atores documentaristasCarolina Angrisani, Gustavo Curado, Márcio Rossi e Natália Lemos
 Dramaturgia Cia Teatro Documentário 
Iluminação Luana GouveiaOperação Alan Paes Sonoplastia Diego CaldasCenografia Júlia Saragoça e Marcelo Soler FigurinoMilton Fucci Modelismo Elisângela RodriguesCostura Ateliê Elisa Dally Visagismo João Marcelo Basil e Caio Costa Cenotecnia Mateus FiorentinoFotografia documentados João Hannuch e Lucas Scalco Produção executiva Maria Tereza Urias e Aline Ferraz Assistente de produção Natasha Karasek Vídeo Jonas Golfeto Formadores Isabel Setti, Luis Scapi, Luzia Carion, Renan Rovida e Sandra Vargas Provocadora cênica Aline Ferraz Gruposparceiros Cia Antropofágica, Brava Companhia, Dolores Boca Aberta, Refinaria Teatral e Grupo Sobrevento Criação e realização Companhia Teatro Documentário
Workshop: Práticas em Teatro DocumentárioA Cia. de Teatro Documentário compartilha um processo de trabalho similar ao que desenvolve em seus processos criativos. Ao pesquisar, selecionar e articular prioritariamente dados de não-ficção para construir em cena o que se deseja comunicar, evidencia-se um ponto de vista sobre o que se viu/ouviu/sentiu. A proposta documentária impele a isto, pois como Peter Weiss declara: “a realidade, por mais impenetrável que se procure apresentá-la, oferece saídas a quem se esforça em explicá-la; e ela pode ser explicada em cada pormenor”. Documentar algo é ter  perspectiva histórica sobre as coisas e não se eximir de opinar sobre a realidade.
Coordenação de Marcelo Soler, doutor e mestre em artes cênicas (pedagogia do teatro) pela ECA-USP e autor de Quanto vale um cineasta brasileiro?, livro-documentário sobre a vida e obra do cineasta Sérgio Bianchi, e Teatro Documentário: a pedagogia da não ficção (Hucitec). 
Mesa-Redonda: Teatro Documentário: Entrelaçamentos entre o Estético, o Pedagógico e a Não-ficção. Com Ferdinando Martins, diretor do TUSP e professor (ECA-USP), e Marcelo Soler, diretor da Cia. de Teatro-Documentário e professor (ECA-USP)
O encontro pretende apresentar o campo de pesquisa ocupado pelo que se designa como teatro documentário, buscando a necessidade de trabalhar com um termo agregador, que não estigmatize a criação de rótulos, assim como uma tipologia sistemática e ordenada. A abordagem pretende compartilhar uma reflexão  da diversidade de propostas no campo documental, destacando sobretudo, aquelas que não dissociam o estético do pedagógico.
A Cia Teatro DocumentárioFormada em 2006, a Companhia Teatro Documentário estuda, como o nome indica, as peculiaridades do teatro documentário em termos práticos e teóricos, numa tentativa de construir um trabalho profícuo em torno dessa proposta estética. Desde de sua formação, a perspectiva da Cia. foi a de não dissociar procedimentos artísticos dos de caráter pedagógicos, já que todos os seus integrantes têm licenciatura em teatro. Depois de três encenações apresentadas no SESC Consolação, Espaço dos Parlapatões e TUSP, foi em 2010 que a Cia. desenvolveu um trabalho que lhe deu notoriedade e abriu caminho para a investigação documentária  para e sobre a cidade de São Paulo: realização de pequenos discursos teatrais dentro da casa de pessoas a partir da memória delas, apresentadas para vizinhos e familiares. Assim surgiuComo se pode brotar poesia na casa da gente?,projeto contemplado pela 16ª edição da Lei de Fomento ao Teatro.
Ribeirão Preto | 15 de maio (domingo)14h-15h15 – mesa-redonda
15h30-18h – workshop (15 vagas, inscrições até 13.05 para o e-mail ao tuspribeirao@gmail.com com o assunto “Workshop: Teatro-documentário”)
20h – espetáculo
Local: Casa das Artes
R. Espirito Santo, 110, Monte Alegre – Ribeirão Preto




  XIII Circuito TUSP de Teatro


Nos  dias  14, 15, 17 e 18 de outubro de 2015, o Teatro da Universidade De São Paulo apresenta em Ribeirão Preto mais uma edição do Circuito TUSP de Teatro, que mescla apresentações convencionais com exibições em espaços alternativos, buscando a proximidade e a interação com o público.



  O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos do interior do estado. Nesta 13ª edição o evento será realizado nas cidades de Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos.

  O evento trará três espetáculos convidados – Aporia23S 46O, da Formação 16 da Escola Livre de Teatro, Cartas Libanesas, solo de Eduardo Mossri, e O que você realmente está  fazendo é esperar o acidente acontecer, da Cia de Teatro Acidental.

  Além das apresentações, serão realizados dois workshops. O primeiro, Ensaios Ignorantes: Nada,é um projeto que mescla teatro, literatura e filosofia da educação, propondo uma experiência cênica singular, tendo sempre um livro como objeto em comum operado pelo público e pelo grupo de ensaístas. A ação é conduzida por Juliana Jardim e propõe aproximações diferenciadas do ato de ler e escutar. Já o workshop Como se Fabrica uma mulher, coordenado por Nina Caetano, ocorrerá somente na cidade de São Carlos. A atividade de caráter performático será realizada com mulheres, culminando em intervenções em espaço público, tendo por disparador estético o modelo de feminino presente na sociedade contemporânea. O processo de criação e as intervenções realizadas serão filmadas e apresentadas durante a II Bienal Internacional de Teatro, que acontecerá no final deste ano, na capital.   

Em seu formato atual, a intenção do Circuito TUSP de Teatro é criar um espaço de contato com uma produção teatral de qualidade para propiciar um local de encontro artístico e gerar debates que possam fomentar a formação teatral.

  Na XIII edição do Circuito TUSP de Teatro, os trabalhos transitam entre as diversas formas do discurso: desde o monólogo apoiado nas reminiscências da memória, passando pela palavra não compreensível na qual a conexão com a plateia prescinde da significação imediata da fala, até o espetáculo-conferência, criado a partir de obra teatral que aborda a espetacularidade e os meios de comunicação.

   A distribuição de ingressos para os espetáculos será realizada com uma hora de antecedência.



                            Aporia23S 46O, da Formação 16 da Escola Livre de Teatro


  O espetáculo trata de figuras que habitam um teatro em reforma e que desenvolveram rituais próprios de trabalho, de diversão e de burocracia. Em meio a esta organização absurda, eles recebem a visita do encarregado de vistoria da reforma. É através de seu olhar que o espectador é convidado a conhecer o modo peculiar como vivem as figuras nesse teatro em ruínas.

Ficha Técnica:Direção geral Vinicius Torres Machado Direção cênica Thiago Antunes e Vinicius Torres MachadoDireção musical Gregory Slivar DramaturgiaMarina Tranjan, Thiago Antunes e Vinicius Torres Machado Direção de arte e cenografia Eliseu WeideAssistência de direção Pedro Stempniewski ElencoAdriano Milan, Ailton Barros, André Cantuário, Andressa Ferreira, Antonio Salles, Ayiosha Avellar, Filipe Santos, Giuliana Lavorato, Julio Lorosh, Kako Arancibia, Karen Lenz, Laís Loesch, Linn Santos, Michael Souza, Renata Santos, Thiago Felix, Vinícius Vilas Boas e Wesley Salatiel Assistência de produção Vanessa Lemes Concepção de iluminação e operação de luz e som Gilda Genofre, John Halles e Leonardo CarvalhoExperimentação vocal Natália Nery Assistência de direção de arte João Pedro Uvo e Thiago Audrá Vesecky Cenotecnia Flavia R. de Oliveira, Jessica Rodrigues, Leon Henrico Geraldi, Mantú Novaes FotoNubia Abe

   Duração: 90min | Classificação: 12 anos
  Data: 17.10

Horário: 20h

Local:Espaço Cultural Ribeirão em Cena | Rua Lafaiete, 1084 – Ribeirão Preto. 




                                                        Cartas Libanesas- solo de Eduardo Mossri





  Um jovem libanês vem para o Brasil fazer fortuna para logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país. “Cartas Libanesas” é a historia de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias historias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.

Ficha Técnica:Texto José Eduardo Vendramini Direção e Iluminação Marcelo Lazzaratto Ator Eduardo Mossri Cenário Renato Bolleli Trilha SonoraGregory Slivar Figurinos Fause Haten Assistente de Direção Wallyson Motta Preparação vocal Rodrigo Mercadante Produção Eduardo Mossri Foto Felipe Stucchi


Duração 75 minutos Classificação 12 anos

Data: 15.10

Horário: 20h

Local: UGT- Memorial da Classe Operária | Endereço: Rua José Bonifácio, 59 – Centro. Ribeirão Preto




           O que você  realmente está fazendo é esperar o acidente acontecer, da Cia de Teatro                                                                                                               Acidental.





  Escrita a partir da obra O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, a peça procura colocar em cena – de maneira crua e sem uso de metáforas – as convulsões de uma sociedade movida pelo ódio, cultivado em nome da liberdade de expressão.


Ficha Técnica:A partir da obra O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues Direção Carlos Canhameiro Elenco Artur Kon, Cauê Gouveia, Chico Lima, Eduardo Bordinhon, Mariana Dias, Mariana Otero, Tati Mayumi Pensamento Corporal Andreia Yonashiro Iluminação Daniel Gonzalez Cenário Mauro Martorelli Texto Cia de Teatro Acidental e Carlos Canhameiro Projeto Gráfico Artur Kon Produção Mariana Dias Foto Cacá Bernardes

 Duração: 40 minutos. Classificação: 14 anos.
 Data: 14.10


Horário: 20h


Local: Auditório da Faculdade de Direito – campus USP | Endereço: Avenida Bandeirantes, 3900 – Monte Alegre – Ribeirão Preto.



                                                                                           Workshop


                                           Ensaios Ignorantes: Nada Nós três teatro e palavra



  Leitura e ensaio cênico com o livro Nada, de Janne Teller, que conta a história de um aluno que deixa a sala de aula e vai morar em cima de uma ameixeira, após descobrir que a vida não tem sentido. A fim de fazê-lo descer da árvore, seus amigos de classe compõe uma pilha de significado com os objetos que dão sentido às suas existências. Durante três horas, ensaístas e público ficam, juntos e separados, em torno desse livro, e realizam ações cênicas, ensaios e leituras. Quem quer ler, lê. Quem quer ver, vê. Quem quer sair, sai. Quem não sabe ler também pode ir, pois tudo é lido em voz alta. Os Ensaios ignorantes existem desde 2011 e têm como eixo o livro O Mestre Ignorante: Cinco Lições sobre a Emancipação Intelectual, de Jacques Rancière, junto com escritos de Joseph Jacotot, autor do método biografado nesse livro.

Ficha Técnica:Ensaístas Ignorantes Caio Paduan, Juliana Jardim, Luiz Pimentel, Miguel Prata, Tieza Tissi Ensaístas Convidados Marina Tenório, Sérgio Rizzo (audiovisual), Vinicius Garcia (dramaturgia)Escritura Cênica ensaístas e público ProduçãoExecutiva Marilena Pimentel Direção e Idealização Juliana Jardim Realização Nós três teatro e palavra Parceiros Editora Record e Giuliano Tierno.


Classificação 13 anos

Data: 18.10

Horário: 14h

Local: Seção de atividades Culturais | Rua Pedreira de Freitas, casa 4 – Ribeirão Preto.












XII Circuito TUSP  de Teatro - de 26 a 31 de maio!






O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campida Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos no interior do estado. Nesta 12ª edição o evento será realizado nas cidades de Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos.
Nessa edição do Circuito TUSP as peças traçam um panorama de questões ligadas ao gênero feminino, cuja opressão resulta de uma construção histórica desigual que abarca aspectos sociais, raciais, sexuais e identitários.
O evento trará quatro espetáculos convidados –Carne, da Kiwi Companhia de Teatro, {ENTRE}, do Coletivo Negro, Frida Kahlo – calor e frio, da Estelar de Teatro eMonga, do In Bocca al Lupo Criações. Além das apresentações será realizado o workshop: O Ator como Manipulador de energias – investigando o feminino na cena, coordenado por Viviane Dias e Ismar Rachmann, da Estelar de Teatro. A oficina utiliza práticas de treinamento baseadas no método do diretor e pedagogo Jurij Alschitz.
Com o seu formato atual, a intenção do Circuito TUSP de Teatro é criar um espaço de contato com uma produção teatral de qualidade para propiciar um local de encontro artístico e gerar debates que possam fomentar a formação teatral. 

26.05  às 21h - Frida Kahlo : Calor e Frio | Estelar de Teatro

A história de Frida Kahlo recriada a partir de suas obras. Através de uma montagem que dialoga com as artes performativas, a música, a dança, a poesia, as artes visuais e a festa, a peça evoca o universo da pintora Frida Kahlo, onde a arte e o papel da artista também são temas fundamentais da obra. O espetáculo se relaciona com um momento muito potente para a América Latina: o início do século XX – em que o México recebe a visita de artistas como Eisenstein, Artaud, Maiakóvski, Tina Modotti e políticos como Trótski – e o continente começa a mandar suas influências ao velho mundo.  Amor, liberdade, humor e potência de vida, bem como a natureza visionária do casal Diego e Frida, sonhando uma América poderosa, inspirada pela arte pré-colombiana e em apaixonado devir, são outros temas do espetáculo.

Ficha Técnica
Texto:Viviane Dias |Direção: Ismar Rachmann |Direção musical Mauricio Maas | Atores Anderson Negreiro, Ismar Rachmann, Viviane Dias, Sandra Lessa Músicos Gabriel Moreira, Rodrigo Kohle, Tulio Crepaldi, Alan Gonçalves |Iluminação Carol Pinzan
Duração 80 minutos Classificação 16 anos

Local:Teatro Santarosa | Pça Rotary Club, 325, City Ribeirão – Ribeirão Preto. ingressos gratuitos distribuidos com 1 hr de antecedência



27.05 às 2oh - Carne| Kiwi  Cia de Teatro
O projeto artístico CARNE discute as relações de gênero, destacando a violência contra as mulheres no Brasil. A peça, inspirada no teatro documentário,é composta de 20 quadros interligados. A montagem inclui ações “dramáticas” e “narrativas” em formato de cenas curtas, referências a textos de análise e estatísticas, projeção de imagens, composições originais, citações do cancioneiro tradicional e da MPB. O projeto prevê a realização de debates após as apresentações.


Ficha Técnica
Direção geral: Fernando Kinas |Roteiro : Fernanda Azevedo e Fernando Kinas | Elenco:Fernanda Azevedo e Maria Dressler| Direção musical:Eduardo Contrera | Execução musical: Luciana Fernandes| Direção de produção e assistência de direção: Luiz Nunes |Assistência de produção:  Daniela Embón| Tratamento de imagem: Gavin Adams| Iluminação e operação de luz: Clébio Souza (Dedê)| Operação de vídeo: Filipe Vidal |Concepção de espaço:  Fernando Kinas| Figurino: Fernanda Azevedo|Programação Visual:  Paulo Emílio Buarque de Holanda.
Duração 85 minutos Classificação 14 anos

Local: UGT- Memorial da Classe Operária | Rua José Bonifácio, 59 – Centro – Ribeirão Preto. Ingressos gratuitos,  distribuidos com 1 hr de antecedência.




28.05 às 20hs - {ENTRE} |Coletivo Negro

Em um conjunto habitacional vivem quatro vidas de parede-meia: uma mulher grávida e abandonada;     um pai que deseja retornar ao seio familiar; um filho que busca encontrar seu caminho e identidade; e um médico que retorna ao local de nascimento e se reencontra com seu passado.No entrelaçamento dessas quatro vidas, aparentemente comuns, revela-se, mesmo diante das adversidades, um sentido de preservação e celebração em suas histórias. A ambientação de {ENTRE}apresenta um espaço precário, espacialmente e em serviços básicos.  Saúde, educação, cultura, e transporte deixam os personagens à margem, na periferia.


Ficha Técnica
Atores-criadores: Flávio Rodrigues, Jé Oliveira, Jefferson Matias e Thaís Dias Direção Raphael Garcia |Assistência de direção: Aysha Nascimento| Dramaturgia Jé Oliveira Provocação dramatúrgica:  Grace Passô| Música ao vivo: Cássio Martins e Fernando Alabê Direção Musical: Fernando Alabê| Assistente de direção Musical e musicalização Gabriel Longhitano| Música Original Cássio Martins, Fernando Alabê, Flávio Rodrigues, Jé Oliveira, Raphael Garcia e Thaís Dias| Preparação de Canto: Bel Borges Preparação de um corpo afro-diásporico: Luciane Ramos Silva|Provocação de Movimentos Cênicos:Verônica Santos|Cenário e Iluminação: Júlio Dojcsar<casadalapa Figurino Silvana Marcondes<casadalapa |Áudio-Visual Zeca Caldeira<casadalapa| Artistas Gráficos Fernando Sato e Murilo Thaveira<casadalapa|  Produção Geral: Coletivo Negro|Produção Administrativa: Iarlei rangel| Assistência de Produção geral e Administrativa:  Ana Flávia Rodrigues.
Duração 90 minutos Classificação 14 anos

Local:UGT- Memorial da Classe Operária | Endereço: Rua José Bonifácio, 59 – Centro. Ribeirão Preto.Ingressos gratuitos,  distribuidos com 1 hr de antecedência.



29.05 às 20hs- Monga| In Boca al Lupo. 
Uma linda e sensual mulher que se transforma em macaco-monstro diante dos olhos da amedrontadaplateia. O famoso número de parques de diversão foi a inspiração para o espetáculo – solo da atriz Maria Carolina Dressler. A peça conta a trajetória de uma mulher que sofre por isolamento e exploração de sua imagem primata.

Ficha Técnica 
Dramaturgia : Juliana Sanches e Maria Carolina Dressler| Supervisão de dramaturgia: Pietro Floridia |Direção: Juliana Sanches| Concepção e atuação:  Maria Carolina Dressler| Participação especial em vídeo/locução André Orbacan e Flavio Faustinoni| Traduções Daniela Scarpari e Aliança Cultural Italiana Trilha sonora :  Daniel Maia | Cenário: Paula de Paoli |Figurino: Luciano Ferrari| Produção audiovisual Corja Filmes (Andrea Iseki, Aline Gaia e Edson Costa) e Jonatas Marques| Iluminação Andrea Iseki Operação de Luz Aline Gaia Operação de som e vídeo Gabi Costa e Jonatas Marques| Designer Gráfico Jonatas Marques|Fotos: Adriana Balsanelli, Andrea Iseki e Jonatas Marques| Produção Maria Carolina Dressler e Adriana Balsanelli| Realização In Bocca al Lupo
Duração: 40 minutos. Classificação: 12 anos.


Local:UGT- Memorial da Classe Operária | Endereço: Rua José Bonifácio, 59 – Centro. Ribeirão Preto.Ingressos gratuitos,  distribuidos com 1 hr de antecedência.


Workshop
O Artista como manipulador de energias – investigando o feminino na cena
Coordenado por Viviane Dias e Ismar Rachmann

O trabalho do diretor e pedagogo contemporâneo Jurij Alschitz defende a energia como recurso extra à disposição do ator, capaz de instrumentalizá-lo num diálogo com uma certa cena contemporânea, caracterizada por linguagens que se misturam, intertextualidade e trânsito entre a  realidade e a ficção. Assim, serão realizadas práticas de treinamento diversificadas: meditações ativas; performatividade; energia – análise do tema e práticas de uso pelo  participante; o ator-autor e o ator-diretor; criação a partir do cruzamento com as artes visuais, a dança e a música ;  composição – estudos e práticas e o texto no teatro em tensão com a dramaturgia cênica.

RIBEIRÃO PRETO
30 e 31/05, sábado e domingo, das 14 às 18h.Grátis. Vagas limitadas.
Para maiores de 18 anos – Inscrições até 28/05 pelo e-mail tuspribeirao@gmail.com com o assunto:inscrição workshop Circuito 2015. O corpo do e-mail deverá conter nome completo, data de nascimento, telefone e pequena carta de interesse. Local: Seção de Atividades Culturais Endereço: Rua Pedreira de Freitas Casa 3 – Campus USP – Ribeirão Preto.




















































VEM AÍ: XI CIRCUITO TUSP DE TEATRO - DIAS 29, 

30 E 31 DE MAIO EM RIBEIRÃO!


De 21 de maio a 01 de junho de 2014, o Teatro da Universidade de São Paulo dá continuidade ao Circuito TUSP de Teatro, que mescla apresentações convencionais com exibições em espaços alternativos, buscando a proximidade e a interação com o público.
O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos no interior do estado. Nesta 11ª edição o evento será realizado nas cidades de Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos.
O evento acontecerá pela 4ª vez num formato concentrado, com quatro espetáculos convidados – “Outro Lado” e “Get Out”, do Quatroloscinco – teatro do comum, “BadenBaden”, do Coletivo Baal e “Arqueologias do Presente – A Batalha da Maria Antônia”, do Coletivo OPOVOEMPÉ (em versão adaptada). Todos os grupos participaram da I Bienal Internacional de Teatro da USP – Realidades incendiárias, realizada em 2013 na capital paulista.

Além das apresentações o Circuito também realizará o workshop: Criação de Composições, do grupo OPOVOEMPÉ.

Com o seu formato atual, a intenção do Circuito TUSP de Teatro é criar um espaço de contato com uma produção teatral de qualidade para propiciar um local de encontro artístico e gerar debates que possam fomentar a formação teatral.


Dia 29/05 às 21:00- Baden Baden
 Coletivo Baal 


Inspirada em Bertolt Brecht,BadenBaden procura suscitar a reflexão sobre a morte, a renúncia, o acordo, a ajuda e a violência.
Por meio do exercício do acordo, é proposto um julgamento no qual se decidirá se quatro aviadores acidentados merecerão ajuda.
A peça estabelece um jogo vivo e sutil no qual a plateia é convidada a se posicionar durante as cenas.

Direção: Vicente Concilio Elenco :Beatriz Cripaldi, Gabriela Drehmer, Isadora Peruch, Julia Oliveira, Julia Weiss, Mirella Granucci, Nathalie Soler, Thais Carli e Vanessa Civiero Texto Vanessa Civiero (livremente inspirado em Bertolt Brecht) Figurino Mirella Granucci, Luísa Bresolin e Alice Assal Iluminação Leandro Lunelli Repertório Sonoro Morgana Martins Funk da Mercadoria: Bernardo Flesch e Luísa Bresolin Projeto Gráfico :Camila Petersen

No Teatro Municipal de Ribeirão Preto | Praça Alto do São Bento, s/n – Morro do São Bento – Ribeirão Preto.
Duração 70 minutos | Classificação 14 anos



Dia 30/05 às 21:00 - Outro Lado 

Quatroloscinco – teatro do comum




Esta é a história de pessoas que compartilham alguns anos de suas vidas dentro de um pequeno espaço. Elas poderiam ter tomado outros caminhos e talvez nunca se encontrado, em milhões de possíveis combinações. No entanto, estão ali.
Lá fora, o mundo está um caos e poucos têm coragem de sair de suas casas. Mas amanhã será um novo dia! Amanhã! Quando todos viverão outra época da humanidade.

Direção e atuação Assis Benevenuto, Ítalo Laureano, Marcos Coletta e Rejane Faria Texto Assis Benevenuto e Marcos Coletta Figurino Paolo Mandatti Criação de Luz Marina Arthuzzi Criação de Cenário Daniel Herthel Trilha sonora original Marcos Coletta Arranjo e Assessoria musical Sérgio Andrade Produção Maria Mourão Realização Quatroloscinco – Teatro do Comum

No Teatro Santarosa Pça Rotary Club, 325, City Ribeirão – Ribeirão Preto. -Duração 65 minutos Classificação 12 anos






Dia 31/05 às 21:00 - Arqueologias do Presente – A Batalha da Maria Antonia
Grupo OPOVOEMPÉ





Em um salão de jogos, os participantes do público são convidados a compartilhar memórias, negociar significados, realizar acordos e refletir sobre a construção de formas de democracia. Arqueologias do Presente propõe uma experiência não-convencional ao espectador, em busca dos vestígios da Ditadura Militar Brasileira na estrutura da sociedade e, sobretudo, no seu imaginário.

Concepção, direção e dramaturgia: Cristiane Zuan Esteves Atores: Andrea Tedesco, Beto Matos, Cristiane Zuan Esteves Criação Musical e Sonoplastia:Pedro Semeguini Produção: Anayan Moretto

Na UGT - Memorial da Classe Operária | Rua José Bonifácio, 59 – Centro – Ribeirão Preto.

Duração 90 minutos Classificação 12 anos

Workshop Criação de Composições
Conduzido por Cristiane Zuan Esteves, assistência Pedro Semeghini, do grupo OPOVOEMPÉ
O workshop aborda o método de criação de composições, a partir de exercícios utilizados no processo de criação de “Arqueologias do Presente”. Os participantes deverão criar pequenas composições com os temas levantados.
 inscrições pelo  email tuspribeirao@gmail.com, com nome completo e pequena carta de interesse:
mais sobre o grupo: www.opovoempe.org
o Workshop será  no sábado dia 31/05 , das 14:00 as 17:00 na  UGT - Memorial da Classe Operária | Rua José Bonifácio, 59 – Centro – Ribeirão Preto.





















X CIRCUITO TUSP DE TEATRO





Entre os meses de setembro e outubro de 2013, o Teatro da Universidade de São Paulo dá continuidade ao programa Circuito TUSP de Teatro, que mescla apresentações convencionais com exibições em espaços alternativos, buscando a proximidade e a interação com o público.
Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos no interior do estado. Nesta décima edição, o evento será realizado nas cidades de São Paulo, Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos, com apresentações gratuitas.
Cia. Teatro Balagan foi convidada pelo TUSP e abrirá as apresentações com a peça Recusa. As peças Marat/Sade, da Cia Chicote de TeatroMundico – Sonata Muda, da Cia Entre Tramas e Hotel Trombose, da Cia do Mofo foram selecionadas por edital público e completam apresentações.

As apresentações serão realizadas no Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, na Av Bandeirantes 3.900 – Monte Alegre, com todas as atividades com entrada franca.


O X Circuito TUSP de Teatro contará ainda com a oficina teatral Apropriação de Texto e Criação da Fala Cênica, ministrada por Rejane K. Arruda, mestre e doutoranda em artes cênicas pela ECA-USP.  As oficinas serão realizadas nos seguintes dias:
27/10 - Domingo, das 14:00h às 18:00
28/10 - Segunda-feira, das 19:00 ás 22:30

As inscrições poderão ser feitas através do email tuspribeirao@gmail.com. Os interessados deverão enviar no corpo do email um pequeno texto de interesse. Serão vinte vagas preenchidas por ordem de inscrição.



Recusa - Cia Teatro Balagan 

| 24/10 | 20h | Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto | Campus USP | 


Sinopse

Recusa começou a desenhar-se a partir do interesse despertado por notícia veiculada no jornal Folha de S. Paulo, em 2008, sobre o aparecimento de dois sobreviventes, índios Piripkura – etnia considerada extinta há mais de vinte anos. Nômades, perambulavam por fazendas madeireiras no noroeste do Mato Grosso, próximo ao município de Ji-Paraná, Rondônia, e recusavam-se a estabelecer contato com os brancos. Foram encontrados quando suas gargalhadas ressoaram na floresta: eles riam das histórias que contavam um ao outro enquanto davam conta de comer a caça recém-abatida.
Recusa é narrado, cantado, por dois olhares e seus múltiplos: dois índios Piripkura; dois heróis ameríndios, Pud e Pudleré, criadores dos seres; um padre engolido por uma onça que resolveu morar dentro de um lugar inesperado; um fazendeiro que matou um índio, e o mesmo índio que o matou; uma cantora que se perde na mata; Macunaíma e seu irmão, heróis dos Taurepang; e outros tantos.
Cia Teatro Balagan.
Balagan é uma palavra presente em diversos idiomas, como o russo, o turco, o árabe e o hebraico. Pode significar teatro de feira, baderna, bagunça ou confusão.
Criada em 1999, a Cia estreou o primeiro espetáculo, Sacromaquia, em 2000. E, desde então, outras quarto obras foram criadas: A Besta na Lua (2003-2004), Tauromaquia (2004-2006), Západ – A Tragédia do Poder (2006-2007) e Prometheus – a tragédia do fogo (2010-2013).
Em 2007 e 2008, realizou o projeto Do Inumano ao mais-Humano que integrava duas ações de formação: uma voltada para os artistas da Cia e outra, a Formação do Olhar para o Teatro, voltada para o espectador. Dois dos temas pesquisados ali, inumano-Trágico e inumano-Animal geraram dois espetáculos: Prometheus – a tragédia do fogo e Recusa, respectivamente.

Ficha Técnica
Atuação Antonio Salvador e Eduardo Okamoto (ator convidado) Encenação Maria Thaís Dramaturgia Luís Alberto de Abreu Cenografia e Figurino Márcio Medina Direção Musical Marlui Miranda Preparação de Butoh Ana Chiesa Yokoyama Assistência de Direção Gabriela Itocazo Assistência de Cenografia César Santana Assistência de Iluminação Vânia Jaconis Operação de Luz Bruno Garcia Produção Executiva Cia. Teatro Balagan Costureira Judite de Lima Fotografia, Material Gráfico e divulgação Ale Catan Assessoria de Imprensa Adriana Monteiro | Ofício das Letras Projeto Gráfico daguilar.com.br
Duração 8o min. | Classificação 12 anos



 Hotel Trombose - Cia do Mofo  

| 25/10 | 20h | Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto | Campus USP | 


Sinopse

Uma hospedaria de quinta categoria com cinco estrelas, onde são expostos o grotesco da realidade, a verossimilhança do freak show cotidiano.
A peça apresenta experiências do cotidiano de habitantes que vivem às margens das metrópoles brasileiras, pessoas sem voz e sem espaço para seus testemunhos. É invadindo sem pedir licença que as
personagens de Hotel Trombose nos mostram que não sabemos reagir à violência cotidiana, apesar de estarmos cercados de brutalidade.
Um pedófilo que se passa por super-herói para atrair suas vítimas, dois irmãos que assistem a mãe se afogar na banheira enquanto comem doces de festa, a mãe de uma menina que nasceu com dois corações e se transforma em atração internacional e uma prostituta que se considera atriz de inigualável talento são algumas personagens do espetáculo. Hotel Trombose é o medo que a gente vive tentando esconder, mas que, devagarzinho, escorre pra fora da gente.


Cia do Mofo


A Cia do Mofo (que até 2011 chamava-se Coletivo Teatro da Terra) é formada por jovens artistas oriundos da Escola Livre de Teatro de Santo André, Teatro Escola Macunaíma, CPTzinho de Antunes Filho, Anhembi-Morumbi e Escola de Arte Dramática da USP.
Iniciou em 2008 sua pesquisa teórica-prática focada na compreensão do homem brasileiro, transitando por autores e dramaturgos desde os comediógrafos da Comédia de costumes, passando por Oswald de Andrade, Jorge Andrade, Qorpo Santo, Luís Alberto de Abreu, Zuenir Ventura, Marcelino Freire, Nuno Ramos, dentre outros, até chegar a Felipe Valério.
Atualmente o grupo possui apresentações confirmadas da peça Hotel Trombose nos Festivais de Teatro de Curitiba (Fringe) e Águas de Março, na cidade de Franca e inicia o processo de estudos e montagem de seu novo trabalho “MAMUTE”, texto da jovem dramaturga Dione Carlos.
Ficha Técnica
Texto Felipe Valério Direção Fernando Gimenes Direção Musical Fabricio Zavanella Elenco Carolina Splendore, Carla Zanini, Dawton Abranches, Fanny Cabanas, Gabriela Teles, Gislaine Nascimento, Jonatã Puente, Luis Gustavo Luvizotto, Rafael Augusto, Vânia Lima e William Simplício Stand-in Alessandro Marba Pianista Fanny Cabanas Assistente de Direção Musical Luís Gustavo Luvizotto Coreografia Carla Zanini Cenografia e Iluminação Fernando Gimenes Figurinos Gislaine Nascimento e Fernando Gimenes Composições e Músicas Originais Felipe Valério, Fernando Gimenes, Fanny Cabanas e Fabrício Zavanella Fotos Julieta Bacchin e Tathy Yazigi Arte Gráfica Angela Ribeiro Produção Vânia Lima e Fernando Gimenes Realização Cia. do Mofo
Duração – 50 minutos | Classificação – 14 anos

Mundico: Sonata Muda - Cia Entre Tramas

| 26/10 | 20h | Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto | Campus USP | 


Sinopse

Mundico: Sonata Muda pequeno mundo guardado a sete chaves. Um mundo à parte, um instante solitário, lembranças remoídas. Histórias de Raimundo, preso num instante vivido e que quer relembrar, ter a chance de realizar seu desejo ou, simplesmente, reviver sentimentos.
E depois? Depois… descansar… recomeçar…
Um espetáculo essencialmente de imagens e sensações: Raimundo, um velho palhaço, tem por refúgio um depósito abandonado, onde cria seu pequeno mundo para ali fugir da realidade e reviver suas memórias.
O espetáculo utiliza-se de uma técnica ainda pouco pesquisada no Brasil, a da MÁSCARA INTEIRA EXPRESSIVA, que a partir do exagero da figura humana, destaca os aspectos cômicos e psicológicos do personagem.
Utiliza também recursos do teatro de animação, que transforma e dá vida a objetos antes inertes, e a riqueza delicada do teatro de sombras.

Cia Entre Tramas


A Cia. é um núcleo da Cooperativa Paulista de Teatro. Surgiu da união de José Antônio do Carmmo e Helder Parra, artistas que, nos últimos anos, dedicam-se ao Teatro de Animação como linguagem expressiva. No seu núcleo artístico, conta com a uma diversidade de artistas, com as mais variadas experiências e seu foco é a pesquisa de linguagens e técnicas, buscando uma integração de estilos, experimentando uma relação diferenciada com o público, a dramaturgia, e a interpretação em um processo de descoberta e renovação.
Mundico – Sonata Muda é o primeiro projeto da companhia e foi agraciado com o edital proac 01 Concurso de apoio a projetos de Produção de Espetáculo Inédito de Teatro no Estado de São Paulo” no ano de 2011, viabilizando assim sua produção e circulação por cidades do interior paulista em 2012.
Ficha Técnica
Elenco Joana Barbosa, Daniel Viana e Helder Parra Dramaturgia Helder Parra e José Antônio do Carmmo Direção José Antônio do Carmmo Musicista/Violoncelista Mariana Sabino Brandão Confecção de Cenografia, Bonecos e Formas Animadas Cia. Entre Tramas Figurinos Cacalo Olliver Trilha Sonora Original Ronaldo Cadeu Iluminação Helder Parra e José Antônio do Carmmo Operação de Luz e Produção Executiva José Antônio do Carmmo
Duração – 70 minutos | Classificação – livre


Marat/Sade - Cia Chicote de Teatro

| 27/10 | 20h | Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto |Campus USP | 

Sinopse

O perverso e sinistro Marquês de Sade, internado no hospício de Charenton, encena o assassinato de Jean-Paul Marat, mártir da Revolução Francesa, pelas mãos da girondina Charlotte Corday, sob os gritos do povo que, nas ruas de Paris, encharcavam de sangue suas mãos para alimentar a crença de que o mundo se transformaria sob o peso de uma lâmina que não se detinha em cortar mais e mais cabeças.
Num encontro entre autor e personagem, Marat defende o ideal revolucionário, enquanto o aristocrata Sade defende o prazer individual e as práticas que futuramente levariam seu nome.
Ambientada numa instituição psiquiátrica que vê na atividade teatral uma possibilidade terapêutica de tratamento de doenças mentais, Marat/Sade, de Peter Weiss, permite a fragmentação da ação linear e a convivência de planos diversos de representação, diluindo os limites.

Cia Chicote de Teatro


A Cia Chicote de Teatro foi fundada em 2013 e seus membros são oriundos do curso de artes cênicas da Universidade Anhembi Morumbi. O espetáculo Marat / Sade, sob direção de Simoni Boer foi o trabalho de conclusão de curso da turma e marca a estreia profissional do grupo.
Ficha Técnica
Direção Simoni Boer Direção de Arte Tânia Marcondes Direção Musical e Músicas Victor Cappa Visagismo Armando Filho Cenário Alana Schambakler, Calazans GaBeh, Didio Gonçalves, Lucas Ferraz, Maria Vitória e Victor Cantagesso Figurino Joice Bernadino Feitosa e Silvani Moreno Assistente de Direção Rafaela Perticarrari Elenco Alana Schambakler, Ana Amélia Lopes, Andressa Aycha, Bruno Soares, Calazans GaBeh, Daniel Pereira, Didio Gonçalves, Gilberto Costa, Heitor Assali, Jéssika Oliva, Joice Bernadino Feitosa, Lucas Ferraz, Malú Paixão, Maria Vitória, Mariana Machado, Rafaela Paparelli Sena, Ronald Fenezol, Sabrina Estefam, Silvaní Moreno, Vanessa Santana, Victor Cantagesso e Victor Cappa Operador de Som e Projeção Rafaela Perticarrari Operador de Luz Thiago Panucci
Duração 90 minutos | Classificação 16 anos


IX Circuito TUSP de Teatro - Teatro sem Pausa


O  Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas na universidade de São Paulo e conta com a parceria de outros espaços públicos do interior do estado, como os Teatros Municipais e as seções de atividades culturais dos campi.

Desde 2008, o Circuito oferece formas diversificadas de convívio com a experiência cênica, cultivando o hábito da fruição teatral entre a comunidade universitário e o público externo. Nesta nona edição o evento será realizado nas cidades de São Paulo, Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos com apresentações gratuitas.


O IX Circuito Tusp de Teatro contará  com três espetáculos convidados – Odisseia,  Mateus, 10 e 
Paraíso em Pedaços que serão apresentados em todos os campi onde o TUSP atua, sequencialmente, entre os meses de abril e junho. Com esse formato, a intenção é criar um espaço intenso de contato com uma produção teatral de qualidade, propiciando um lugar de encontro e fervor artístico, gerando debates e evidenciando a formação teatral.
Haverá também a oficina Composição Teatral: O corpo em cena, ministrada pelo Grupo 59 de Teatro.


Em Ribeirão Preto as apresentações serão sempre às 20:00  no Espaço Cultural Capela, próximo a rotatória central do Campus. TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS




PROGRAMAÇÃO  DOS ESPETÁCULOS E OFICINA



06/06 (quinta-feira) - 20:00

ODISSEIA - Grupo Estudio da Cena





SINOPSE:

Uma versão contemporânea da famosa saga de Odisseu, herói que venceu a guerra de Tróia, enfatizando sua perplexidade ao voltar para Ítaca, sua terra natal.

Estúdio da Cena
O Estúdio da Cena foi criado para aprofundar, fora do ambiente acadêmico, o vasto trabalho de pesquisa artística desenvolvido pela Escola Superior de Artes Célia Helena – ESCH. Em sua primeira montagem associa-se a artistas que fazem parte de seu corpo docente, atores em formação ou recém-formados pela escola, com produção da L. C. Produções Artísticas, capitaneada pela atriz e diretora da ESCH, Lígia Cortez. A ficha técnica de Odisseia conta ainda com outros importantes nomes do teatro brasileiro, também professores da ESCH, como Ulisses Cohn (cenógrafo) e Atilio Beline Vaz (figurinista). A produção conta com patrocínio do Correios, copatrocínio do Grupo Marquise e apoio da lei de incentivo fiscal federal – Rouanet.

Ficha Técnica
Concepção e Direção Marco Antonio RodriguesDramaturgia Samir Yazbek e Estúdio da CenaElenco Camila Caparroz, Fernanda Aloi, Gabriel Muglia, Miguel Mendes, Natália Kronig, Pedro Carrasco, Pedro Lopes, Rafael Faustino, Renata Asato e Sarah Campos Cenografia Ulisses Cohn e Fernanda Aloi Figurinos Atilio Beline Vaz Iluminação Aline Santini Direção Musical Rafael Faustino Vídeos e Produção Gráfica Fernanda Aloi Preparação Corporal Luaa Gabanini Direção de Cena e Direção Técnica Leandro Rodrigues FotografiaJoão Caldas Adereços Bira Nogueira e Natália KronigMáscaras Natália Kronig Direção de ProduçãoBeatriz Cruz Assistência de Produção Leandro Rodrigues Assistência de Direção Pedro LopesAssistência de Figurinos Leide de CastroAssistência de Vídeo e Produção Gráfica Eugenia Cecchini Cenotecnia Luis Carlos Rossi Confecção de Figurinos Euda Alves de Souza e Atelier Hilda e Silvério Colaboração Técnica Carlos FranciscoRelações Públicas Nani de Oliveira Suporte de Produção e Administração Leo Pelliciari e Lilian Sarkis Estágio de Produção Fernando Ghirardelli e Mariana Marteleto



Duração 120 minutos |
Classificação 16 anos


07/06 (sexta-feira) -  20:00 




MATEUS,10  - Grupo Tablado de Arruar

























SINOPSE:

Otávio é um pastor em ascensão que entra em crise com sua atividade, quando se apega de forma quase obsessiva a uma passagem da Bíblia em que Jesus renega sua família, mãe e irmãos, em função dos seus seguidores e discípulos. A partir de então, Otávio passa a desenvolver e a pregar uma nova doutrina. O desejo obsessivo de negar o conhecido em função do novo, a qualquer custo, o leva à beira da loucura. Para instaurar uma nova ordem ele precisa de um fato que mude os rumos da sua vida e é a partir dessa atitude que a trama se desenrola.

Tablado de Arruar
O Tablado de Arruar surgiu em 2001 e, inicialmente, tinha o objetivo de trabalhar com teatro de rua para se aproximar do tema que mais interessava aos integrantes: a metrópole e suas contradições. Durante seis anos de trabalho intenso o grupo criou três espetáculos e apresentou-se em diversos espaços e cidades, mas, sobretudo, no centro de São Paulo.
Decorrente dessas pesquisas surgiu a necessidade de se dirigir para a sala, no intuito de esmiuçar assuntos que a rua não permitia tratar, pelas suas características próprias, e principalmente para colocar o próprio fazer artístico em questão, num caminho mais autocrítico.
Foi contemplado quatro vezes pela Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, além de ter sido apoiado pelos principais prêmios nacionais, tais como o FUNARTE Myriam Muniz, a Caravana Petrobrás-FUNARTE, o Proac, entre outros.

Ficha Técnica
Texto Alexandre Dal Farra Direção Alexandre Dal Farra e João Otávio Direção de Arte Clayton Mariano e Eduardo Climachauska Elenco Alexandra Tavares, Alexandre Quintas, Amanda Lyra, Clayton Mariano, Gabriela Elias, Lígia Oliveira e Vitor VieiraFigurino Melina Schleder Iluminação Davi de Brito e Vânia Jaconis Foto de Cena Cris Lyra Arte GráficaVitor Vieira Realização e Produção Tablado de Arruar


Espetáculo em espaço não convencional - Lotação máxima: 50 pessoas

Duração 60 minutos | Classificação 16 anos




08/06 (sábado) - 20:00 

PARAÍSO EM PEDAÇOS- Coletivo C.E.P.


SINOPSE:


Paraíso em Pedaços é baseado no mito do Andrógino e na longa jornada em busca da essência e da outra metade. Uma história fantástica e de aventura.    Um convite à reflexão sobre as relações  modernas, a violência, o consumismo, a devastação de costumes e recursos naturais do planeta. Inspirado nas infinitas iconografias de uma terra chamada Brasil. Espetáculo adulto de teatro visual com direção internacional de Idit Herman - Clipa Theater/ Israel.


Coletivo C.E.P.
O +C.E.P+ foi criado na intenção de investigar os limites e convergências entre arquitetura, design, música, dança, teatro físico e visual.
Com uma plataforma que une artistas de diferentes segmentos investiga formas inovadoras de apresentar a linguagem da performance, promovendo cooperações nacionais e internacionais para a criação de cada novo espetáculo. Atualmente conta com a colaboração de artistas dos seguintes países: Brasil, Suíça, Israel, Finlândia, Austrália e Argentina.

Ficha Técnica
Direção Idit Herman (Israel) Performance Marcos Becker e Marilia Ennes (Brasil) Provocadores Cênicos Adelvane Neia, Cesar Almeida e Mauro Braga (Brasil) Light Design, Direção de Arte e de PalcoAbel Saavedra (Argentina) Cenografia e FigurinosAbel Saavedra, Adelvane Neia, Idit Herman, Juliana Pfeifer, Marcos Becker, Marilia Ennes e Zell AssessoriaFotos Débora Branco Cenotécnica Dmytri Tyulpanov (Russia) Indumentária Sanny RigorTrilha Sonora Mauro Braga e Vinicius SampaioPreparação vocal Saraswati Dassi Contra-Regragem e Manipulação Daniel Salvi ProduçãoParaladosanjoS e CEP

Duração 1h20 minutos | Classificação 12 anos




Oficina Composição Teatral: O corpo em cena - com  Grupo 59 de Teatro 

Esta oficina tem como objetivo compartilhar procedimentos de composição teatral a partir da expressão corporal, do estudo do movimento, da dança e do teatro físico. Serão abordados aspectos como aquecimento, alongamento, dilatação corporal, partituras físicas, dinâmicas rítmicas e espaciais e construção de pequenas narrativas sem o uso de palavras.
Público alvo: interessados em teatro a partir de 18 anos.
Vagas: 20
Sobre o grupo: O Grupo 59 de Teatro é formado por 14 atores formados pela Escola de Arte Dramática – EAD/USP – e tem como foco de trabalho a criação coletiva, o aperfeiçoamento técnico do ator e a musicalidade na cena. Atualmente mantêm em repertório os espetáculos “Mockinpó – Estudo sobre um homem comum”, dirigido por Cláudia Schapira, e “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, dirigido por Cristiane Paoli Quito e que fez parte do Circuito Tusp 2010.


Datas: 04 e 05/06
horário: 19:00 às 23:00 - no Espaço Cultural Capela, próximo a rotatória central do Campus.


Vagas: 20

Inscrições com carta de interesse enviadas ao e-mail: tuspribeirao@gmail.com até o dia 28/05. A divulgação dos selecionados será feita dia 31/05 nesse blog.
www.tuspribeirao.blogspot.com

















VIII Circuito TUSP de Teatro - Teatro sem Pausa

O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos no interior do estado. Desde 2008 oferece formas diversificadas de convívio com a experiência cênica, cultivando o hábito da fruição teatral entre a comunidade universitária e o público externo.


No segundo semestre de 2012, entre os meses de setembro e outubro, o VIII Circuito Tusp de Teatro- Teatro sem Pausa acontecerá em um novo formato, levando aos campi do interior e ao espaço do TUSP na capital um espetáculo convidado, Cachorro Morto, e quatro espetáculos selecionados por edital público: o Direito de Cantar, Marie,Santiago Morto. Além das peças haverá  uma oficina desenvolvida em quatro dias que culminará em uma apresentação pública em espaço urbano.

A Oficina se chama cidades através do espelho e será coordenada pela atriz Verônica Veloso, do Coletivo Teatro Dodecafônico. Os participantes da oficina ocuparão o espaço urbano interagindo com a arquitetura local e compondo formações corais que rementem aos coros gregos, afim de revelar a dissonância presente no discurso contemporâneo sobre a cidade
Serão 4 dias de oficina (de quarta a sabado das 14:00 as 18:00),  culminando em uma intervenção em espaço público. O primeiro encontro será na Seção de Atividades Culturais, Rua Pedreira de Freitas, Casa 4 - Campus USP, próximo à FEARP.  Inscrições e informações no email tuspribeirao@gmail.com ou telefone (16)8214-6519

Em Ribeirão Preto as apresentações serão no Campus da USP,no espaço Cultural Capela, próximo a rotatória central, gratuitamente, sempre às 20:00 hs.


Mais informações : (16)3602-0560 ou (16) 8214-6519














Sinopses e Fichas Técnicas

Cachorro Morto - Cia Hiato
17/10 – 20h - Espaço Cultural Capela - Av. Bandeirantes, 3900 | Monte Alegre - Próximo à rotatória central do campus
Sinopse
Livremente inspirada em The Curious Incident of the Dog in the Night-time, Nascido num Dia Azul, de Daniel Tammet, e A Música dos Números Primos, de Marcus du Sautoy, o espetáculo questiona nossa forma de pensar e a incansável compulsão por “entender”. Ao multiplicar o protagonista nos corpos de cinco atores, a cena nos convida a mergulhar na mente singular de um jovem portador da Síndrome de Asperger. Mais que mostrar uma disfunção psiquiátrica, a peça busca retratar um mundo de construções impossíveis, padrões matemáticos e diferentes relações afetivas. 
A Cia. Hiato nasceu em 2008, a partir da criação de Cachorro Morto, diversas vezes premiado e que tornou Leonardo Moreira um dos autores de destaque da cena paulista. Os artistas fundam então um projeto de investigação artística que rende, em 2009, o espetáculo Escuro, vencedor do Prêmio Shell 2010 em quatro categorias (Autor, Diretor, Cenário e Figurino) e o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2010 – Melhor Espetáculo em Sala Convencional, indicado ainda em outras quatro categorias.


Cachorro Morto - Cia-Hiato - Foto Maíra Soares
Ficha técnica
Direção e Dramaturgia Leonardo Moreira Elenco Aline Filócomo, Fernanda Stefanski, Luciana Paes, Mariah Amélia Farah, Thiago Amaral, Joaquim Lino Concepção de Cenário Leonardo Moreira Iluminação Marisa Bentivegna Figurino Willy Trilha Sonora Gustavo Borrmann Coordenação de produção/Gestão Aura Cunha Produção Executiva João Victor D’Alves Apoio à Pesquisa Marli Bonamini Marques e equipe da AMA (Associação de Amigos do Autista), Raquel Paganelli (Mais Diferenças)
Duração 60 minutos | Classificação: livre


O Direto de Cantar - Maria Gorda Produções
18/10 – 20h - Espaço Cultural Capela - Av. Bandeirantes, 3900 | Monte Alegre - Próximo à rotatória central do campus.
Sinopse
 Toda uma geração ainda se lembra dos sucessos da época de ouro do rádio. Em contrapartida, acostumados que estão a seus fones de ouvido e Ipods, seus netos nem imaginam que o rádio era um móvel que ocupava local de destaque nas casas de família. O Direito de Cantar tem por objetivo promover esse encontro de gerações, apelando ao drama e a comédia que sustentam o interesse pela dramaturgia - ontem e hoje.
Atuante desde 2009, a Maria Gorda produz peça e projetos teatrais, como Tempo de Comédia, de Alan Ayckbourn; Semana Alan Ayckbourn, com patrocínio da Cultura Inglesa, após residência artística no Reino Unido, Isso é o Que Ela Pensa, de Alan Ayckbourn, e O Direito de Cantar, de Marcos Ferraz.





O Direito de Cantar - foto de Alex Valdarnini

Ficha TécnicaDramaturgia Marcos Ferraz Direção Musical Carol Bezerra Consultoria Fernanda Maia Elenco Bia Borin, Diego Rodda, Lívia Lisbôa e Priscila Oliveira Cenário e Figurino Carolina Bassi Assistente de Figurino Aline Manera, Bruna Lessa e Julio César Carvalho Costureiro Julio César Carvalho Músicos Convidados Daniel Oliveira, Gabriel Longhitano e Teo Garfunkel Cenotécnico Fábio Jerônimo Coordenação de Produção Bia Borin e Lívia Lisbôa Realização Maria Gorda Produções Artísticas

Duração: 60 minutos | Classificação: livre

Marie - Cia Marie de Teatro
19/10 – 20h - Espaço Cultural Capela - Av. Bandeirantes, 3900 | Monte Alegre - Próximo à rotatória central do campus
Sinopse
Inspirado no poema A Infanticida Marie Farrar, escrito por Bertolt Brecht em sua juventude, o espetáculo cria e percorre a trajetória da jovem Marie, empregada desde criança numa velha pensão, que assassina seu próprio filho depois de pari-lo sozinha no banheiro dos serventes. Nos subúrbios da cidade, uma revolta constante e ininterrupta inflama o horizonte.
O grupo formou-se da parceria entre integrantes do Coletivo Partida Teatral (ECA-USP) e do Grupo Cassandra (IA-Unicamp), dois grupos de teatro universitário. O processo de criação de Marie teve seu início em 2011, na ECA. Desde então, o grupo apresentou-se na Mostra Luta IV, do MIS de Campinas, na Mostra Experimentos 2012 do TUSP, na Paideia Associação Cultural, na Flaskô, fábrica gerida por trabalhadores desde 2003, e no Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (FITUB), em julho deste ano.


Marie - Cia Marie de Teatro
 Ficha técnica
 Direção Tutti Pinheiro Dramaturgia Paulo Bio Toledo Elenco Julia Maykot Pucci, Pauline Mingroni, Paulo Bio Toledo, Tutti Pinheiro e Sara Mello Neiva Composições musicais Gabriel Nascimbeni Voz e trabalho vocal Alpha Simonetti Músicos Alpha Simonetti, Daniela Tozzi, Gabriel Nascimbeni Iluminação Miguel Prata Vídeo Paulo Bio Toledo
Duração - 60 minutos | Classificação - 12 anos


Santiago Morto - Coletivo Estação Teatro
20/10 – 20h - Espaço Cultural Capela - Av. Bandeirantes, 3900 | Monte Alegre - Próximo à rotatória central do campus
Sinopse
Em meio a um povoado em carne viva morreu um homem. Qual o espaço que a fatalidade ocupa em nossa existência? De que maneira os nossos atos ou os encadeamentos casuais possibilitam o absurdo? Inspirado em Crônica de uma Morte Anunciada, de Gabriel Garcia Márquez, o espetáculo conta a história do assassinato de Santiago Nasar - uma tragédia anunciada e concretizada dentro de um povo frente ao acaso.
O coletivo  Estação Teatro é formado por alunos do curso de artes cênicas da Unicamp que desde 2005 dedicavam-se a pesquisas e experimentações cênicas voltadas à arte do ator e sua inserção na poesia da cena. Em 2008, surge seu primeiro trabalho, Vista-me , com temporada em São Paulo e que circulou pelo interior do estado no Circuito Tusp de 2009. A partir de 2010, o grupo debruça-se sobre a pesquisa do instante em que a palavra literária se torna ação teatral, culminando na montagem de Santiago Morto. A peça teve grande repercussão na mídia paulistana, com destaque nos principais veículos de divulgação teatral.




Santiago Morto - Estacao Teatro - Foto Oliver Tibeau - atriz Paula Zaneti

Ficha técnica
 Direção Fernanda Bellinati e Wallyson Mota Elenco Abel Xavier, Alexandre Cristovam, Flora Gussonato, Liana Ferraz, Luiza Lio, Paula Zaneti Dramaturgia Liana Ferraz Cenário e Figurino Paula Zaneti Preparação corporal, Stand-in e Maquiagem Mari Rosinski Música Rafael Zenorini Produção Géssica Arjona Fotos Oliver Tibeau e Santer Newton
 Duração - 75 minutos | Classificação - 12 anos








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